Sobre
Hugo Dubeux é um escritor e poeta recifense, nascido em Santo André (SP), que morou na França por sete anos de sua vida. De vida fragmentada, encontrou na poesia sua própria baba para reagrupar os pedaços. Aos trinta anos lança seu primeiro livro de poesia: "Existe um homem selvagem", reunindo seus fragmentos enquanto artista, poeta, escritor, geógrafo, terapeuta, homem.
Artista
Hugo é artista desde criança, ia cantando músicas para a escola, inventadas no caminho, criava e encenava peças com sua irmã, amava se fantasiar. Crescendo passou a se relacionar com a escrita como forma de acessar os mundos internos e externos. Como forma de dialogar a vida, sem a racionalidade enrijecida dos tempos. Encontrou na poesia o reencantamento dos sonhos, e se lembrou como a vida deve ser composta por eles. Tem flertado também alguns chamegos na poesia da música. Vive a arte como política e paradigma. Enfrenta o mundo se colocando vulnerável a ele.
Terapeuta
Hugo é também terapeuta, abrindo os campos de sua vida para o olhar para dentro e para o coletivo. Em seus processos aborda o corpo enquanto somático, experienciando a vida como fruto (subjetivo, emocional, relacional) deste corpo. Propõe e busca caminhos que possibilitem aos participantes/clientes uma terapêutica que se coloque no sentido de aproximar cada pessoa de sua própria experiência somática da vida, individual e coletiva. Nestes processos a arte se faz sempre presente, dialogando as imagens do inconsciente com as possibilidades da materialidade da vida.
Pesquisador
Hugo é também bacharel laureado e mestre em Geografia. Em suas atuações enquanto pesquisador, junto à universidade e também a outros órgãos, se aprofundou nas temáticas da decolonialidade, da agroecologia e da economia solidária. Compreende com isso a importância da defesa da existência de uma diversidade na vida, entre os povos, as culturas, as identidades, os fazeres econômicos. Navega a interseccionalidade da vida em suas formas humanas e não humanas, nesta realidade sistêmica que é a vida na Terra.